Desenvolver a força da crença


Como desenvolver a força da crença?

Querer é poder?

Estas são perguntas que constantemente são feitas por quem busca o sucesso.

Crença e vontade andam juntas.

A crença é um tema que desperta polêmica indo desde o deboche até a fé cega.

Cético ou crente?

Otimista ou pessimista disfarçado de realista?

Ser e não ser, eis a questão!

 

Desenvolver a força da crença

 


Se eu acredito eu posso?

A resposta desta pergunta pode ser buscada se analisando por outro ângulo: se não acreditar vai ser bem difícil conseguir.

Por exemplo: um atleta que não acredita na vitória ou na superação de si mesmo será menos competitivo e sendo menos competitivo a possibilidade de sucesso é menor.

Neste exemplo a crença potencializa a vontade.

No exemplo, quanto mais se acredita mais forte é a busca e quanto mais se busca maiores são as possibilidades e com maiores possibilidades o sucesso fica mais perto.

Um encadeamento de consequências. Um exercício lógico.

Considerando que a crença potencializa a possibilidade de sucesso, então, potencializar a crença é um bom negócio.

E há como desenvolver a força da crença?

David J. Schwartz, em seu livro: A mágica de pensar grande, diz que sim!

Ele dá três instruções para se adquirir ou aumentar a crença.

 

 

Como desenvolver a força da crença

Sinteticamente, David J. Schwartz cita estas três instruções em seu livro:

 

  • Pensar sempre no sucesso, nunca no insucesso
  • Você é melhor do que pensa ser
  • Acredite com força

 

Vejamos uma a uma as instruções do autor.

 

 

Pensar sempre no sucesso, nunca no insucesso

O autor fala em permitir que o pensamento de ser bem-sucedido domine todo o processo mental.

Se considerarmos que pensamento é energia a instrução do autor fica como uma sugestão muito boa!

Ao se pensar no sucesso a energia que você emanará vai influenciar ao que e a quem você direciona sua energia.

É possível compreender que o autor fala no poder do otimismo, porém aqui complemento a sua ideia.

Ser otimista ajuda. Ok!

Mas ser somente otimista pode lhe fazer ser Poliana na vida e a vida não é cor de rosa!

Há que se ser otimista, mas sem fugir da realidade! A síndrome de Poliana se baseia nesta fuga da realidade.

Para se ser otimista há que se ser também resiliente.

Resiliente é aquela pessoa com capacidade de enfrentar as adversidades.

Quem é somente otimista tem a grande possibilidade de se frustrar constantemente porque as vitórias são obtidas mediante quedas, obstáculos e enfrentamentos.

Você não querer cair e acreditar que pode conseguir não são suficientes quando você acontece uma queda e se fica no chão.

Há que se ter resiliência para se levantar e colocar à prova sua vontade e sua crença.

 

 

Você é melhor do que pensa ser

A instrução do autor pode ser traduzida desta forma:

“Se você não achar que tem grande valor não se considerará merecedor de ter algo de grande valor”.

Somos o que pensamos!

Se você pensar que é menos do que é obterá na mesma proporção de quem pensa que é.

O cuidado a se tomar?

Não se deslumbrar consigo mesmo!

Aqui vale um provérbio sérvio:

“Seja nobre porque você é feito de estrelas. Seja humilde porque você é feito de barro”.

 

 

Acredite com força

Aqui cabe a seguinte ideia: Já que vai fazer então faça bem feito!

Já que é para acreditar que faça isso com força!

Quando se quer algo grande o peso é maior.

Não se levanta algo pesado sem ser com força.

Acreditar com força é ser confiante.

E acreditar com força em si mesmo é ser autoconfiante.

Se você não acreditar em si mesmo ninguém acreditará, nem mesmo a vida!

Você reparou que todas as instruções envolvem a vontade?

  • Utilizar a vontade para se determinar a pensar positivamente.
  • Utilizar a vontade para quebrar a avaliação negativa de si mesmo.
  • Utilizar a vontade para alimentar a força interior ou autoconfiança.

Realmente, crença e vontade andam juntas!

Enfim, estas são as três instruções de David J. Schwartz, em seu livro: A mágica de pensar grande.

Reflita e se considerar que são válidas aplique-as em sua vida se tiver “vontade”.

 

Paulo Rogério da Motta